quinta-feira, 27 de junho de 2019

OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA

DOCUMENTÁRIO...


Atenção 1 e 2 ano do Ensino Médio:


quarta-feira, 26 de junho de 2019

PARA NÃO ESQUECER...

PROVÃO

Período: de 1 a 12/07/19




terça-feira, 25 de junho de 2019

Entenda as 5 competências da redação do Enem


O segredo das redações nota mil do Enem é seguir esses 5 critérios usados na avaliação. Entenda cada um deles



  • Cada um desses critérios é avaliado de 0 a 200 pontos, em 6 níveis diferentes de adequação.
  • Na redação do Enem é pedido que o aluno escreva na norma culta.
  • Uma boa proposta de intervenção já vale 200 pontos na nota da sua redação. Por isso, vale a pena investir o tempo necessário para garantir que ela seja boa.

A correção das redações do Enem é feita com um modelo padronizado de critérios. Ou seja, tirar a nota máxima não é sorte, é capacidade de fazer um texto que se enquadre no que é pedido. Lembre-se que um bom texto é aquele que cumpre a sua função, e no momento, a ideia é que ele se encaixe nessas 5 competências, disponíveis no Manual de Redação do Enem:
Competência 1
Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa
Na redação do Enem é pedido que o aluno escreva na norma culta. Isso significa que deve ser usada a linguagem ensinada nas escolas e presentes em provas, documentos e trabalhos escolares.
Isso não significa que você tem que usar palavras que não conhece, usar mesóclise ou forçar uma escrita “difícil”. Só não use expressões casuais ou gírias e tome cuidado com erros de português. Use o máximo das suas capacidades com a língua, mas não precisa exagerar.
Competência 2


Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.
Essa competência avalia a competência de leitura do estudante. Para se dar bem nela, leia com atenção a proposta do texto e a obedeça à risca.
Se a proposta foi escrever uma dissertação argumentativa sobre “Intolerância Religiosa”, não vale contar uma história sobre como a sua tia espírita tem uma amiga católica e elas se dão muito bem. Você deve reunir argumentos, de forma abstrata e geral, sobre o tema e defender uma solução para o problema.
Competência 3


Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista

Essa competência avalia as ideias que você escolhe e como elas são apresentadas. Isso inclui o julgamento da veracidade dos seus argumentos e da qualidade da sua linha de pensamento.
Idealmente, cada parágrafo apresenta uma nova ideia, que naturalmente leva à conclusão presente no último parágrafo e são todas baseadas no mundo real. Isso é o necessário para tirar 200 nessa competência.
Competência 4


Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
Essa é a única categoria diretamente ligada ao texto argumentativo-dissertativo. Nela, o objetivo é avaliar se o aluno sabe desenvolver essa modalidade de texto. Aqui também é avaliada a capacidade do estudante de articular bem as suas ideias e de fazer um argumento convincente.
Competência 5


Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos

Isso mesmo, uma boa proposta de intervenção já vale 200 pontos na nota da sua redação. Por isso, vale a pena investir o tempo necessário para garantir que ela seja boa. Tenha em mente que ninguém espera que com tempo limitado e 30 linhas, você resolva todos os problemas do mundo.
A ideia da proposta de intervenção é sugerir um caminho. O professor Calbucci afirma que o melhor é focar em detalhar os meios como essa solução é possível, quais são os atores necessários (de preferência vários) e que essa solução seja realista.

Cada um desses critérios é avaliado de 0 a 200 pontos, em 6 níveis diferentes de adequação. Ou seja, o aluno pode tirar 200, 160, 120, 80, 40 ou 0 pontos. Cada um desses níveis tem características pré-definidas para evitar que as opiniões pessoais do examinador interfiram na nota do estudante.




A LITERATURA E O LEITOR DO SÉCULO XXI
teacherginaldo@hotmail.com



“No Brasil do século XIX não foi possível à maioria dos escritores viver de sua literatura”, afirmam Marisa Lajolo e Regina Zilberman em Formação da leitura no Brasil. Este impedimento é atribuído ao aparecimento tardio da imprensa.
Outros fatos poderiam ser citados aqui neste ensaio, mas o objetivo não é esse. Comparar o que foi a literatura do século XIX e XX ao XXI, torna-se fundamental para compreendermos a falta do leitor contemporâneo. O que de fato mudou? O leitor ou a literatura? Percebemos que antes de tudo, o leitor contemporâneo é um leitor sem tempo para a leitura. Atribuímos também este fato à modernidade. O homem moderno já não tem mais tempo para a leitura. Ou poderia dizer mais: para uma boa leitura, um bom livro. E surge neste contexto a pergunta sobre o que restou para os novos escritores. O que escrever diante deste quadro, desta falta de leitor?
O novo escritor, considerado pós-moderno, já se depara com essa problemática bem antes de começar a escrever o seu livro. Ele está ciente dos obstáculos que terá que superar diante desta fatalidade. A começar pela editora, que em sua maioria, procura sempre publicar livros/autores que tenham um retorno financeiro rápido. Destacam-se aqui os livros considerados de Best Sellers e os de auto-ajuda. Outro obstáculo, e este é o pior, é sobre o que escrever, já que tudo já foi dito pelos escritores do século XX. Escolher o tema, estilo e como narrar são prioridades desse novo escritor, sem desatrelar-se ao fato de que ele também tem que vender o seu livro para sobreviver neste mercado de sonho impossível. Resta-lhe saber se o seu livro terá um leitor. Dizer que o escritor contemporâneo não pensa em também ser um grande escritor de destaque na literatura é uma grande hipocrisia. Ninguém vive somente para a arte. O desejo de todo escritor é ser lido, ser conhecido por sua obra e principalmente ser bem sucedido com ela. Nem que para isso seja preciso tornar-se um escritor medíocre, plagiador sem criatividade ou transformar-se também em um escritor de auto-ajuda e saciar-se desta imensa fatia da Big Apple.
Mas o que importa mesmo? Não é a leitura? Danem-se os estilos. Há preferência para todos os tipos de literatura. E essa diversificação é necessária para que a obra sobreviva ao tempo. Torne-se um clássico. Seja relida. E o novo escritor? Este deve recriar o que já foi escrito com maestria, nova roupagem, transformar um simples fato do cotidiano em arte literária, dizer o inaudito, ser objetivo, claro e utilizar a linguagem que mais se aproxime do leitor. Deve lembrar-se de que este novo leitor é, acima de tudo, o leitor que não tem mais tempo a perder. Destaca-se aqui a importância do contista por ser este estilo o mais lido na contemporaneidade, devido a esta falta de tempo. Leitura rápida com ingredientes de um bom romance, mas em menor proporção. É claro que o autor jamais saberá quem é o seu leitor. Mas sabe que assim como a literatura, só há dois tipos de leitor: o leitor que lê um livro que não lhe passa nada de intelectualidade, que não exige racionalidade para entender a obra e de fácil assimilação, e o leitor que prefere um livro com conteúdo filosófico, que lhe acrescente algo e o faça refletir. Este segundo tipo é raro. São os que sobrevivem de uma boa leitura.
A leitura tem que vir do interesse individual de cada leitor. Formar um leitor também passou a ser prioridade na vida dos educadores. É, ainda na escola, que se dá o primeiro encontro do leitor, ainda não formado, com a obra literária. O mediador dessa transcendência é o professor de literatura. Cabe a ele formar esses novos leitores.  Tarefa árdua e quase impossível, já que ninguém aceita a imposição como forma de adquirir-se algo. Essa rejeição é de caráter universal. Ler Machado de Assis, José de Alencar e outros escritores, considerados, clássicos, com sua linguagem considerada rebuscada, de um português em desuso, e enredos que exigem, no mínimo, um pouco de concentração para poder entender o que se está lendo, faz com que esse leitor-não-formado o rejeite. E esse trauma antiliterário o transforma em, se conseguir a ser, um leitor que entre ler o que é óbvio seja a última alternativa, evite os escritores cujas obras exijam um raciocínio crítico para poder entendê-las. Escritores como Dostoievski, Kafka, Joyce, Camus e Sartre, entre outros, passam a ser cultuados apenas nos meios intelectuais de leitores considerados cultos, para os demais, os leitores que cultuam livros de auto-ajuda e Best Sellers, preferem nem tentar lê-los, deixando-os condenados ao ostracismo.
A necessidade de preservação de obras e autores de valor literário se faz preciso. E neste ínterim o professor de literatura pode ser o mediador e transformar essa rejeição em prazer. Para que isto ocorra é preciso que nas salas de aula, sejam apresentadas para os alunos as obras sem a obrigatoriedade da leitura. Justificar-se pela falta de tempo, por ser moderno, pós-moderno ou contemporâneo, para não ler bons livros e dar prioridade a livros que, de certa forma, são lixos consumíveis, não justifica o mau gosto literário. E neste contexto, estamos cheios deste tipo de leitor que é apenas um analfabeto funcional.

OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA...O LUGAR ONDE VIVO! 

CRÔNICAS E MEMÓRIAS




PROFESSORA CRISTHIANE FIGUEREDO

TURMAS: 6 anos 1 e 2 , 7 ano e 8 ano











PROJETO DROGAS-NEPRE


Professora Cristhiane C. Figueredo

Disciplina: Língua Portuguesa

Turma: 8 ano.

OBJETIVO:


Este trabalho foi um projeto sobre DROGAS, UM MAL QUE TEM CURA, desenvolvido com alunos de 8ºAno com o objetivo de conscientizá-los a dizer não as drogas, conhecer drogas ilícitas e lícitas.  A turma foi dividida em grupos de estudo e no final de 10 aulas socializaram seus trabalhos e conhecimentos aprendidos sobre o assunto. Os alunos após lerem a história em quadrinhos da Mônica sobre Drogas... a tarefa dos alunos era criar estratégias para socializarem com os demais grupos o resultado de seus estudos, pesquisas e reflexões sobre a temática, de modo a incluir todos os integrantes da equipe.  Tivemos como resultado dos trabalhos dos grupos: paródias, Informativo, teatro com fantoche, teatro encenado, cartazes, cartilha. Foi tão bom as apresentações que os grupos foram apresentar para outras turmas.







segunda-feira, 24 de junho de 2019

DIA DO MEIO AMBIENTE
Professores: Roseli Monteiro dos Santos
Tatiane e Adriana Zanluca



DISCIPLINA: CIÊNCIAS COM INTERDISCIPLINA COM GEOGRAFIA

TURMA: 5 ANO 2

OBJETIVO:

Trabalho realizado para comemorar o dia do meio ambiente.

Foi elaborado um poema sobre o meio ambiente na gotinha de água, depois foram passear perto da escola, olhar as formas geográfica e a natureza próximo da escola.

O trabalho teve a participação do aluno Eduardo.