sábado, 26 de outubro de 2019

XII RECITAL DE POESIAS...

No dia 25 de Outubro de 2019, na Escola de Educação Básica Letícia Possamai, aconteceu o XII Recital de Poesias organizado pela professora Juliana Tamanini Peron da disciplina de Literatura do 2 ao 5 ano.

O objetivo principal deste trabalho foi apresentar a poesia através de nossos alunos, que recitaram de forma majestosa, para manter viva o prazer da leitura de poesia, despertando desta forma, o interesse na poeticidade e versos que encantam.


Agradecemos a colaboração de todos de forma direta ou indireta, que possibilitaram a realização deste trabalho. Agradecemos também a direção de nossa escola por manter este projeto contribuindo para a formação de novos leitores de poesia. Aos membros do júri: Fábio Alves de Campos, Presidente da APP, Jaqueline Poleza, Secretária da Educação de Pouso Redondo e Sônia Demétrio, Membro da APP.







ATENÇÃO PAIS...

MATRÍCULA PARA ALUNOS NOVOS NA EEB LETÍCIA POSSAMAI PARA 2020



Para alunos novos que queiram estudar na EEB Letícia Possamai, os pais deverão efetuar a Pré-Matrícula online, que terá como primeiro Período na data de 18 a 22 DE NOVEMBRO.
ATENÇÃO: A matrícula on-line deve ser realizada pelos responsáveis dos estudantes, no endereço eletrônico matriculaonline.sed.sc.gov.br.
Para garantia da efetivação da matrícula, os responsáveis deverão apresentar-se à Unidade Escolar, no primeiro período de 18/11/2019 a 25/11/2019, com os documentos originais e cópias abaixo relacionados:
a) Certidão de nascimento, carteira de identidade e CPF;
 b) Histórico Escolar (no prazo de 30 dias após a efetivação da matrícula);
c) Atestado de Frequência com indicação do ano/etapa que o(a) estudante está frequentando em 2019;
d) Comprovante de residência, atualizado (até três meses anteriores à matrícula);
e) 1 foto 3x4;
f) Carteira de Vacinação (todas as vacinas em dia).
Atenção: A não apresentação dos documentos até o dia 25/11/2019, oportunizará a reabertura das vagas não preenchidas para novos estudantes.
A matrícula no 1º ano do Ensino Fundamental só será aceita aos estudantes que completam 6 anos de idade até 31/03/2020.

Fonte: Plano de Matrícula da Secretaria de Estado da Educação 2020
PROFESSORES EM AÇÃO...

Equipe de professores da Escola de Educação Básica Letícia Possamai

Dia de estudo e capacitação pela Cravil em Rio do Sul.

Palestra Maxcriar - Max Haetinger : 'A escola que encanta e transforma para vida"


quarta-feira, 23 de outubro de 2019

BOM DE COMER...

CUSCUZ.


Dica: O cuscuz nordestino é bem simples de preparar e bastante saboroso! Ele pode ser degustado do café da manhã até o jantar. Você pode comer apenas com manteiga por cima, ou incrementar com o tradicional queijo coalho. 
Você sabia que existe mais de um prato que recebe o nome de cuscuz? O cuscuz marroquino, paulista e nordestino são receitas maravilhosas e diferentes entre si! Conheça mais sobre eles clicando aqui.


INGREDIENTES

  • 300 g de milharina
  • 1 copo (americano) de água
  • sal a gosto

MODO DE PREPARO

  1. Coloque a milharina e o sal em um recipiente.
  2. Acrecente água ao poucos e mexa bem.
  3. Após a mistura, coloque tudo em uma cuscuzeira e leve ao fogo.
  4. Quando a água da cuscuzeira começar a ferver coloque em fogo baixo e deixe no vapor por 5 minutos.

BOM FILME...

12 Years a Slave (12 ANOS DE ESCRAVIDÃO)

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12 Years a Slave
12 Anos Escravo (PRT)
12 Anos de Escravidão (BRA)
Pôster promocional.
 Estados Unidos  Reino Unido
2013 •  cor •  134[1] min 
DireçãoSteve McQueen
ProduçãoBrad Pitt
Dede Gardner
Jeremy Kleiner
Bill Pohlad
Steve McQueen
Arnon Milchan
Anthony Katagas
RoteiroJohn Ridley
Baseado emTwelve Years a Slave de Solomon Northup
ElencoChiwetel Ejiofor
Michael Fassbender
Benedict Cumberbatch
Paul Dano
Paul Giamatti
Lupita Nyong'o
Sarah Paulson
Brad Pitt
Alfre Woodard
Gênerobiográfico
drama
histórico
MúsicaHans Zimmer
CinematografiaSean Bobbitt
EdiçãoJoe Walker
Companhia(s) produtora(s)Summit Entertainment
Regency Enterprises
River Road Entertainment
Film4
Plan B
DistribuiçãoEstados Unidos Fox Searchlight Pictures
Reino Unido Entertainment One
mundo Buena Vista International
LançamentoEstados Unidos 30 de agosto de 2013 (Festival de Telluride)
Estados Unidos 8 de outubro de 2013
Portugal 2 de janeiro de 2014
Brasil 28 de fevereiro de 2014
Idiomainglês
OrçamentoUS$20[2][3]–22 milhões[4]
$18 milhões após reduções de impostos[4]
ReceitaUS$ 178 124 378 (em abril de 2014)[5]
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)
12 Years a Slave (no Brasil, 12 Anos de Escravidão; em Portugal, 12 Anos Escravo) é um filme de drama épico e histórico britânico-estadunidense de 2013 e uma adaptação da autobiografia homônima de 1853 de Solomon Northup, um negro livre nascido no Estado de Nova Iorque que foi sequestrado em Washington, D.C. em 1841, e vendido como escravo. Ele trabalhou em plantações no estado de Louisiana por 12 anos antes de sua libertação. A primeira edição acadêmica do livro de memórias de Northup, co-editado em 1968 por Sue Eakin e Joseph Logsdon, cuidadosamente refizeram e validaram a narrativa e concluiu-se que sejam precisas.
Este terceiro filme dirigido por Steve McQueen foi escrito por John Ridley. Chiwetel Ejiofor interpreta Solomon Northup e tem sido muito elogiado por seu trabalho. A filmagem principal teve lugar em Nova Orleães, Louisiana, de 27 de junho a 13 de agosto de 2012, com um orçamento de produção de 20 milhões de dólares. Os locais utilizados foram quatro plantações antebellum históricos: Felicity, Magnolia, Bocage, e Destrehan. Dos quatro, Magnolia está mais próximo da fazenda real onde Northup foi mantido.
12 Years a Slave estreou no Festival de Telluride em 30 de agosto de 2013 e foi amplamente elogiado pela crítica. O filme teve o seu lançamento nos Estados Unidos em 8 de novembro de 2013, em Portugal foi lançado em 2 de janeiro de 2014, no Reino Unido em 10 de janeiro e no Brasil em 28 de fevereiro.
Em 2 de março de 2014, na 86ª edição do Oscar, o longa foi indicado em 9 categorias e venceu 3 prêmios, o de Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Lupita Nyong'o) e Melhor Roteiro Adaptado.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

12 Years a Slave é baseado na autobiografia de 1853 de Solomon Northup.
Em 1841, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um homem negro livre que trabalha como violinista, e vive com sua esposa, Anne Hampton, e dois filhos em Saratoga Springs, Nova Iorque. Dois homens, Brown (Scoot McNairy) e Hamilton (Taran Killam), oferecem-lhe um emprego de duas semanas como um músico se ele viajar para Washington, DC, com eles. Assim que chegam lá, eles embriagam Northup e ele acorda em uma senzala de propriedade de James Burch, prestes a ser vendido para a escravidão .
Northup é enviado para Nova Orleans, Luisiana , juntamente com outros homens capturados, uma mulher, Eliza (Adepero Oduye), e seus dois filhos. Um comerciante de escravos chamado Freeman (Paul Giamatti) dá a Northup a identidade de "Platt", um escravo fugitivo da Geórgia. Northup e Eliza são finalmente comprados pelo fazendeiro William Ford (Benedict Cumberbatch). Northup consegue ficar em bons termos com o relativamente benevolente Senhor Ford, mas Sinhá Ford vende Eliza, que foi separada de seus filhos. Alguns engenheiros negros, juntamente de Northup, constróem uma hidrovia para o transporte de toras de forma rápida e econômica através de um pântano, e Ford o presenteia com um violino como forma de gratidão.
O carpinteiro de William Ford, John Tibeats (Paul Dano) se ressente com Northup e começa a perturbá-lo verbalmente. As tensões entre Tibeats e Northup se agravam: Tibeats ataca Northup, e Northup luta para se proteger. Em retaliação, Tibeats e seus amigos tentam enforcar Northup. O superintendente de Ford, Chapin mantém-os de suspensão, mas deixa Northup na ponta dos pés e no laço por muitas horas. Ford corta Northup para baixo, mas explica que, a fim de salvar a vida de Northup ele deve ser vendido para o plantador cruel Edwin Epps (Michael Fassbender) para afastá-lo de Tibeats. Northup tenta argumentar com Ford, explicando que ele é realmente um homem livre. Ford afirma que "Não pode ouvir isso" e responde: "Ele tem uma dívida a pagar" no preço da compra de Northup.
Epps acredita que seu direito de abusar de seus escravos é biblicamente sancionado. Os escravos deve escolher pelo menos 200 libras (91 kg) de algodão todos os dias, ou serem "castigados". A jovem escrava Patsey (Lupita Nyong'o) pega mais de 500 libras (230 kg) diariamente, e é elogiada ricamente por Epps. Ele também a estupra repetidamente, e pensa estar a "cair no amor" com ela contra o bom senso. A esposa de Epps (Sarah Paulson) tem inveja de Patsey e frequentemente a humilha e ataca. O conforto de Patsey é visitar o Sinhô e a Sinhá Shaw.
O abuso de Patsey piora à medida que Epps continua a estuprá-la. Patsey deseja morrer e pede a Northup para matá-la, mas ele recusa o pedido. Algum tempo depois, acontece um surto de verme na plantação de algodão de Epps. Ele decide que os novos escravos são a causa, "Uma praga enviada por Deus". Ele aluga-os para uma plantação vizinha para a temporada. Enquanto estava lá, Northup ganha o favor do proprietário da fazenda, Jurge Turner (Bryan Batt) e também a permissão para tocar violino na celebração do aniversário de casamento de um vizinho, para manter seus ganhos. Northup esculpe o nome de toda a sua família no violino (Anne, Margareth e Alonzo).
Quando Northup retorna para Epps, ele tenta usar o dinheiro para convencer o capataz Armsby a ajudá-lo a enviar uma carta para sua família. No entanto, depois de aceitar o dinheiro, o capataz o denuncia a Epps. Mais tarde, Northup presencia um diálogo entre Epps e o carpinteiro Samuel Bass (Brad Pitt), no qual este expressa sua oposição à escravidão, ganhando assim a simpatia de Northup.
Um dia, Epps fica furioso depois de descobrir que Patsey anda faltando em sua plantação. Quando ela volta, ela revela que tinha ido embora para obter uma barra de sabão da Sinhá Shaw, pois tornara-se doente de seu próprio fedor. Epps não acredita nela e ordena que ela seja açoitada. Incentivado por sua esposa, Epps força Northup a açoitar Patsey para evitar fazê-lo por conta própria. Northup relutantemente obedece, mas Epps, eventualmente, toma o chicote de Northup, e chicoteia brutalmente Patsey.
Northup propositadamente destrói seu violino, e, continuando a trabalhar no gazebo. Northup confia seu sequestro para Bass. Mais uma vez, Northup pede ajuda na obtenção de uma carta de Saratoga Springs. Bass, arriscando sua vida, se compromete a enviá-lo.
Um dia, Northup é chamado durante pelo xerife local, que chega em um carro com outro homem. O delegado faz a Northup uma série de perguntas para confirmar suas respostas e corresponder os fatos de sua vida em Nova York. Northup reconhece o companheiro do xerife como Sr. Parker, um lojista em que conviveu em Saratoga. Parker veio para libertá-lo, e os dois se abraçam. Ainda que Epps enfurecido protesta as circunstâncias e tenta impedi-lo de sair, Northup ignora Epps em descrença alegre e se prepara para a partida imediata. No entanto, antes de Northup pode embarcar no carro para ir embora, Patsey grita para ele, e eles se abraçam em uma despedida agridoce. Sabendo que eles estão em território potencialmente hostil, a pedido de Parker e o xerife, Northup termina o seu adeus choroso com Patsey e deixa imediatamente a plantação.
Depois de ser escravizado por 12 anos, Northup é restaurado para a liberdade e voltou para sua família. Quando ele entra na sua casa, ele vê Anne, Alonzo, Margaret e seu marido, que lhe apresentam o seu neto, Solomon Northup Staunton. Os créditos finais, mostram a incapacidade de Northup e seu advogado para processar Brown, Hamilton e Burch, bem como a publicação de 1853 de Solomon Northup, uma memória narrativa de Doze Anos de um escravo, porém, os detalhes de sua morte e sepultamento, ainda são um mistério.
BOA LEITURA...


À Espera de um Milagre (livro)

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The Green Mile
À Espera de um Milagre (PT)
O corredor da morte (BR)
Autor(es)Stephen King
IdiomaInglês
País Estados Unidos
Lançamento1996
Edição portuguesa
TraduçãoLídia Geer
EditoraCírculo de Leitores
Lançamento2000
Edição brasileira
TraduçãoM. H. C. Côrtes
EditoraObjetiva
Lançamento1996
Cronologia
Rose Madder
Desperation
The Green Mile (1996) é um livro de romance de Stephen King, famoso escritor estadunidense. Foi originalmente lançado em seis volumes, intitulado O Corredor da Morte.
O livro é narrado em primeira pessoa por Paul Edgecombe, um idoso que vive em um asilo. Paul regressa em suas memórias e narra suas experiências como chefe dos guardas no corredor da morte da penitenciária de Cold Mountain durante a Grande Depressão. Os guardas do Bloco E acompanhavam os últimos dias dos condenados, assassinos cruéis e perigosos; nada que aconteceu durante todo seu trabalho na penitenciária se comparou ao estranho e misterioso John Coffey, que chegou ao Corredor em 1932 ao ser condenado pelo assassinato de duas meninas, as gêmeas Detterick. Aos poucos, desenvolve-se entre Edgecombe e Coffey uma relação incomum, baseada na descoberta de que o prisioneiro possui um dom mágico que é, ao mesmo tempo, misterioso e milagroso. O guarda se debate em um conflito moral entre o cumprimento do dever e a consciência de que o prisioneiro que deverá morrer pelas suas mãos pode não ser o culpado de um crime tão brutal.

Devido ao sucesso, um filme baseado no livro, "The Green Mile", dirigido por Frank Darabont, foi lançado em 1999, trazendo no elenco Tom Hanks e Michael Clarke Duncan.

Enredo[editar | editar código-fonte]

O livro é narrado em primeira pessoa por Paul Edgecombe. O livro alterna entre a narrativa dele atual, como um homem idoso na Casa de Repouso Gerogia Pines em 1996, momento em que escreve a história e suas memórias do ano de 1932 como supervisor do corredor da morte na Penitenciária Cold Mountain. O nome da série de livros vem do fato da cor do chão do corredor da morte ser verde e se estender por uma milha (Green Mile).
Foi no ano de 1932 que chegou no corredor da morte o condenado John Coffey, um homem forte e afrodescentende de 2,03 metros de altura condenado pelo rapto e estupro de duas garotas brancas. Durante sua estadia no corredor da morte, John divide as celas do corredor da morte com o prisioneiro Eduard "Del" Delacroix um cajun incendiário, estuprador e assassino com William Wharton ("Billy the Kid" para ele mesmo e "Wild Bill" para os guardas), um maluco assassino serial que está determinado a causar o maior número de problemas antes de sua execução. Outros habitantes do corredor da morte incluem Arlen Bitterbuck im Índio Americano condenado por matar um homem por causa de um par de botas (o primeiro prisioneiro a ser executado na cadeira elétrica); Arthur Flanders um executivo da área imobiliária condenado pelo assassinato de seu pai para fraudar o seguro, cuja sentença é transformada em prisão perpétua (enquanto cumpre sua sentença ele é morto por outro detento na lavanderia); e Mr. Jingles, um rato que é adestrado por Del a executar vários truques, como empurrar um carrosel de linha, por exemplo.
Paul e os outros guardas não toleram e se irritam ao longo do livro com Percy Wetmore um guarda sádico que adora importunar os presos. Os outros guardas tem que tratar ele respeitosamente porque ele é sobrinho da esposa do governador. Quando Precy recebe uma oferta para mudar de emprego Paul finalmente acha que irá se livrar dele, porém, ele se recusa a mudar de emprego e diz que somente mudará de emprego caso seja o encarregado de uma das execuções. Assim, querendo se livrar do problema Paul decide nomear Percy para a próxima execução que será de Del. No dia da execução de Del, Percy propositadamente evita ensopar a esponja que é colocada dentro do capacete de metal que conduz a eletricidade em uma salmoura (que ajuda a conduzir eletricidade e diminuir o tempo de sofrimento do condenado). A consequência da esponja estar seca é que, quando ligada a eletricidade, Del pega fogo em razão da corrente elétrica e sofrer uma prolongada e agonizante morte.
Com o tempo Paul percebe que Coffey possui capacidades de cura inexplicáveis que ele usa no próprio Paul para curar ele de uma infecção urinária e uma segunda vez para ressucitar Mr. Jingles depois que Percy o havia matado com um pisão. Uma pessoa tímida e simplória, Coffey gera empatia e se sensibiliza com os sentimentos dos que estão ao seu redor. Em uma das noites os guardas drogam Wharton, o colocam em uma camisa de força e em uma despensa para que eles possam tirar clandestinamente Coffey da cela e da penitenciária para levá-lo para a casa do Diretor da penitenciária (Hal Moores). A esposa do diretor está com tumor cerebral inoperável que é prontamente curado por Coffey. Quando chega na penitenciária de volta, Coffey passa a doença da esposa do diretor para Percy como vingança do que ele havia feito com Del. Percy enlouquece com doença e assassina Wharton, caindo em um estado catatônico do qual nunca mais se recupera, sendo enviado como paciente para um hospício.
Paul começa a desconfiar de que Coffey, por ser sensível e de natureza dócil não é culpado pelos crimes de que foi acusado e descobre, após uma investigação, de que o real culpado pela morte das duas meninas era na verdade Wharton. Quando foi achado com o corpo das duas crianças no colo e sujo de sangue era porque Coffey, na verdade, estava tentando usar o seu poder sobrenatural de cura para trazer as meninas de volta a vida, porém, as feridas delas eram incuráveis.
Mais tarde Coffey diz a Paul o que viu quando segurou o braço de Wharton uma vez. Como Wharton coagiu as irmãs a ficar em silência ameaçando elas que se uma delas fizesse qualquer barulho ou gritasse ele mataria a outra, usando o amor delas contra elas mesmas. Paul não sabe como ajudar Coffey mas este diz a Paul para que ele não se preocupe demais, pois ele já está preparado para morrer e quer escapar da crueldade do mundo. A execução de Coffey é a última execução de que Paul participa. Conforme se aproxima do final da narrativa, ele oferece para Elaine para ler, o que ela faz. Assim que ela lê a história desacreditando em tudo que leu Paul apresenta a ela Mr. Jingles que neste ponto, 64 anos depois de ressucitado, deveria estar morto, já que a expectativa de vida de um rato comum é de apenas 4 (quatro) anos[2][3]. Assim que ele apresenta o rato vivo, o rato morre. Paul explica a Elaine que aqueles que foram curados por Coffey foram agraciados com uma expectativa de vida longa. Elaine morre logo depois, nunca sabendo que a esposa de Paul morreu nos braços dele imediatamente após um acidente de ônibus e que Paul viu o fantasma de Coffey o observando de uma passagem elevada. Paul parece e se sente sozinho depois da morte da amiga, agora ele tem 104 anos anos de idade e imagina quantos mais anos ele irá viver na solidão.


FICA DE OLHO...

DICAS DE FILMES SOBRE A TEMÁTICA DO PRECONCEITO

7 filmes que falam sobre preconceito

Ao longo dos anos o cinema tem sido capaz de promover reflexões sobre diferentes temáticas do interesse da sociedade. Recentemente foram lançadas diversas produções que abordam o preconceito como foco da suas narrativas, contribuindo com a discussão acerca do tema. Se você está em busca desse conhecimento, confira a lista que preparamos com os filmes que falam sobre preconceito e tenha uma verdadeira aula. 

12 Anos de Escravidão 


Baseado em uma história real, 12 Anos de Escravidão narra a experiência de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), violinista norte-americano, sequestrado e vendido como escravo para trabalhar nas fazendas do país. Na época, a escravidão ainda era uma prática liberada nos estados americanos. Após 12 anos de luta, Solomon consegue a sua liberdade quando comprova ter sido um homem livre. O filme pode ser encontrado na plataforma de streaming Netflix. 

The Normal Heart


Na década de 1980 se alastra nos Estados Unidos uma doença desconhecida e misteriosa que passa a fazer diversas vítimas no país. Devido a maioria dos infectados serem homossexuais, a enfermidade ganha o apelido de "câncer gay", elevando o nível de preconceito e discriminação contra a população LGBT. O longa retrata a luta do escritor Ned Weeks, interpretado por Mark Ruffalo, para divulgar nos veículos de comunicação a situação da epidemia. Aliada a sua luta está a médica Emma Brokner (Julia Roberts), que se preocupa com a situação da doença e inicia uma busca pela sua cura.

Selma – Uma Luta pela Igualdade 


Dirigido por Ava DuVernay, o filme é uma cinebiografia do pastor e ativista político Martin Luther King (David Oyelowo). A produção mostra as marchas comandadas por King ao longo do ano de 1965, realizadas entre a cidade de Selma até Montgomery, capital do estado do Alabama. As marchas eram realizadas com o intuito de chamar atenção para a luta pelos direitos eleitorais da comunidade afro-americana. Selma está disponível na Netflix. 

As Sufragistas


O drama biográfico retrata a luta das mulheres pelo direito ao voto no Reino Unido. Decididas a chamar atenção dos políticos e impressa da época para a causa, elas organizam diferentes manifestações e atos de insubordinação. O longa mostra como elas lidavam com o preconceito e até mesmo a possibilidade de sofrerem retaliações mais graves. O filme pode ser conferido na Netflix. 

Moonlight: Sob a Luz do Luar


Ganhador do Oscar de Melhor Filme em 2017, Moonlight é considerado um dos melhores estudos de personagem. O longa mostra três etapas da vida do protagonista Chiron (interpretado por Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Mahershala Ali). O filme narra a infância do garoto e os diversos episódios de bullyng, a adolescência e a sua crise de identidade, além da tentação do universo do crime. Interessados podem conferir o filme na plataforma de streaming Netflix. 

Histórias Cruzadas 


Histórias Cruzadas é um filme sobre o preconceito racial nos anos 1960. A produção se debruça na vida das empregadas da elite branca dos Estados Unidos e como a segregação racial estava presente nessas relações. A jovem escritora Skeeter (Emma Stone) decide escrever sobre essas mulheres, que lutam diariamente para criar os filhos dos seus patrões e os seus próprios. O longo também está disponível na Netflix. 

A Garota Dinamarquesa 


O longa britânico mostra a vida de Lili Elbe (Eddie Redmayne), pintora dinamarquesa, considerada uma das primeiras transexuais a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo. Casada inicialmente com Gerda Wegner, Lili vive a sua descoberta como mulher e enfrenta o preconceito da sociedade na década de 1920. O filme pode ser encontrado na Netflix. 
Fonte: E+B Educação | Gabriele Silva